Site de apoio às disciplinas de Dependência Química e Psicofarmacologia da UFF.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Antipsicóticos Atípicos e Anormalidades Metabólicas
Fonte: Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2017-2018
Disponível em:
https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2017/diretrizes/diretrizes-sbd-2017-2018.pdf
domingo, 16 de setembro de 2018
Guia Básico de Psicofarmacologia
Projeto de Monitoria 2018
Monitora: Juliana Lima Constantino
Orientadora: Vilma Aparecida da Silva Fonseca
Conselho da Cochrane expulsa pesquisador
Conselho Diretor da Cochrane expulsa, por 6 votos a 13, o médico e pesquisador Peter Gøtzsche de seu corpo de colaboradores.
Peter é um dos mais críticos pensadores a respeito da ingerência da Indústria Farmacêutica e do Complexo Produtivo na Assistência Médica, sendo autor de obras de referência como ”Medicamentos Mortais e Crime Organizado: como a Indústria Farmacêutica corrompeu a Assistência Médica”.
Em sua carta pública, Peter denuncia a arbitrariedade da Instituição e o abandono de responsabilidade com os interesses sanitários públicos.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
Sertralina e hemodiálise
Um estudo (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8529300) administrou 100mg de sertralina em indivíduos com doença renal em tratamento com hemodiálise. A concentração sérica da sertralina foi medida no sangue antes e depois da hemodiálise e avaliado no produto filtrado pela hemodiálise. A sertralina não foi detectada no produto filtrado, e a concentração sérica de sertralina permaneceu igual nos indivíduos antes e depois da hemodiálise.
OU SEJA: O NÍVEL SÉRICO DE SERTRALINA NÃO É DIMINUÍDO APÓS RELIZAÇÃO DE HEMODIÁLISE.
O mesmo estudo comparou a meia vida da sertralina em pacientes com função renal normal e em indivíduos renais crônicos. A meia vida da sertralina em renais crônicos (42-92h) foi em média o dobro do tempo do que em indivíduos com função renal normal (24-36h).
LOGO: convém utilizar menos quantidade de sertralina em pacientes com comprometimento renal.
OU SEJA: O NÍVEL SÉRICO DE SERTRALINA NÃO É DIMINUÍDO APÓS RELIZAÇÃO DE HEMODIÁLISE.
O mesmo estudo comparou a meia vida da sertralina em pacientes com função renal normal e em indivíduos renais crônicos. A meia vida da sertralina em renais crônicos (42-92h) foi em média o dobro do tempo do que em indivíduos com função renal normal (24-36h).
LOGO: convém utilizar menos quantidade de sertralina em pacientes com comprometimento renal.
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